Dra. Fabíola Roriz

As olheiras, cientificamente chamadas de hiperpigmentação periorbital, são caracterizadas pelo escurecimento e inchaço da parte inferior dos olhos.
Nada mais que uma diferença de tonalidade entre as pálpebras inferiores e o resto da face. Gerando aspecto de cansaço ou de envelhecimento ao indivíduo.
O primeiro passo antes de se optar dentre as várias formas de amenizar as olheiras, é diagnosticar a causa real do problema, através de avaliação médica. Como por exemplo se a causa é determinada pelo excesso de vasos sanguíneos, depressão por perda de gordura ou até mesmo genética e excesso de pigmentação na pálpebra inferior. Lembrando que Cansaço, cigarro e insônia podem piorar as olheiras.
Muitas pessoas, geralmente de idade mais avançada, pensam ter olheiras quando na verdade têm outro problema: bolsa de gordura localizadas na parte inferior das pálpebras . A confusão acontece pois seu efeito visual resulta em sombras abaixo dos olhos. Neste caso, quando o exercício de contração da pálpebra inferior não surte efeito, a única indicação é a cirúrgica.
Hoje temos várias formas combinadas de tratamento de olheiras, tanto tópicas ou com procedimentos, cada uma tratando sua causa base, porém o sono é o tratamento mais barato para a pele. Fundamental, permite que a pele se renove. Depois de uma noite bem dormida, ela fica linda e descansada. Cada organismo tem necessidades diferentes em relação a ele.
Para as olheiras mais profundas, que nos passam a impressão de olhos fundos, o preenchimento com ácido hialurônico é a melhor opção.
Nos casos em que o problema é o escurecimento das pálpebras, temos como alternativas, a carboxiterapia e a luz intensa pulsada, peelings, laser que tratam as olheiras pigmentares e as vasculares.
Mas lembre se de consultar seu dermatologista para saber qual melhor tratamento para seu tipo de olheira.

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